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Na SBPC, Anderson Gomes fala sobre trabalho com vencedora do Prêmio Nobel de Física 2023

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Na SBPC, Anderson Gomes fala sobre trabalho com vencedora do Prêmio Nobel de Física 2023

 

 

  
 

Diretor do Centro, Anderson Gomes 

Foto: Rodrigo Cabral (Ascom/MCTI)

Dezenas de estudantes ficaram de olhos bem fincados na palestra do pós-doutor em física, Anderson Gomes, durante a conferência “O Prêmio Nobel em Física de 2023 (SBF)”  que aconteceu no auditório do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), na manhã desta terça-feira (9), durante a 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Científica (SBPC). 

Anderson Gomes é diretor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pesquisador e professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

Ele fez uma retrospectiva da sua carreira acadêmica em física e falou da experiência de ter trabalhado nos estudos preliminares que deu o Prêmio Nobel de Física 2023 para os cientistas Pierre Agostini, Ferenc Krausz e Anne L’Huillier. O físico brasileiro chegou a assinar dois estudos com Anne, pesquisas iniciais do trabalho que acabou levando ao prêmio Nobel.

Os pesquisadores estudaram os princípios fundamentais para exploração do mundo dos electrões no interior dos átomos e das moléculas. No dia a dia, o resultado da pesquisa pode ser visto em telas de computador, celular e TVs, por exemplo.  A conferência foi apresentada por Rodrigo Barbosa Capaz, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). 

“Essa foi uma grande oportunidade que o Brasil me ofereceu e oferece até hoje para estudantes e professores. A colaboração internacional sempre permite fatos como esses. A internacionalização é importante, principalmente, no ganha a ganha. Contribuímos e aprendemos também. É gratificante estar envolvido há muitos anos nesta pesquisa e ver as coisas acontecerem agora e receber da própria ganhadora do Nobel, a L’Huillier, o reconhecimento”, disse Anderson Gomes. 

Gomes lembra que é preciso existir o estímulo aos estudantes das ciências exatas e a luta por mais investimentos na ciência. “Se você gosta de ciência, física, química, matemática tem que procurar estudar e acreditar. A gente só aprende quando faz. Procure o que o seu coração está mandando”, sugeriu ele.

Sarah Kore, estudante do ensino médio no Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS), conferiu a palestra, parabenizou Anderson e falou um pouco sobre a sua história e a paixão pela Física aos 15 anos de idade. “O evento é uma experiência realmente enriquecedora e cheia de oportunidades. A escolha da palestra foi porque já participei das Olimpíadas de física e achei que assistir seria interessante”, comentou. 

Fonte: Ascom/MCTI 



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