Notícias

Brasília recebe o X Encontro de Políticas Públicas e Design

Evento, criado pela Rede Latinoamericana de Políticas Públicas e Design, ocorre de 11 a 13 de setembro, no Centro Universitário IESB.

CGEE recebe o espanhol Francesc Aragall para dialogar sobre Design para todos

O presidente da Design For All Foundation explicou o conceito a partir de exemplos europeus de sucesso.

Iesb e CBD promovem Encontro de Políticas Públicas e Design

O Centro Universitário Iesb e o Centro Brasil Design organizam o evento, com o apoio do CGEE e do Conselho Setorial de Design do Uruguai. Participam diferentes países da América Latina.

Brasília recebe Nobel de Física de 2010 Konstantin Novoselov

Pesquisador veio à capital nesta quinta-feira (5) a convite do Instituto Illuminante e da Associação Comercial do Distrito Federal.

MCTIC dá início a encontro nacional sobre popularização da ciência

Evento contou com participação do ministro Marcos Pontes. No encontro, CGEE apresentou resultados de pesquisa sobre percepção da ciência.

Associação Brasileira de Municípios e CGEE assinam acordo de cooperação

As instituições irão cooperar no desenvolvimento de projetos e estudos relacionados aos temas de cidades sustentáveis e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

CGEE concorre a prêmio em gerenciamento de projetos

A premiação é promovida pelo Instituto de Gerenciamento de Projetos do Distrito Federal e ocorrerá durante o 19º Encontro de Gerenciamento de Projetos.

Estudo destaca contribuição das CHSSALLA para o desenvolvimento científico e tecnológico nacional

Em encontro de sociedades científicas, assessora técnica do CGEE apresentou panorama das ciências humanas, sociais aplicadas, linguística, letras e artes.

Maioria dos brasileiros mantém visão otimista em relação à ciência e tecnologia, aponta pesquisa

Levantamento ouviu 2,2 mil cidadãos entre 16 e 75 anos em todas as regiões. Desse total, 86% associam ciência e tecnologia a oportunidades e desenvolvimento.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).