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CGEE, MCTIC, GDF e PNUMA se reúnem para discutir plano de trabalho de projeto para cidades sustentáveis

As instituições vão desenvolver o projeto “Promoção de cidades sustentáveis no Brasil por meio do planejamento urbano integrado e investimento em tecnologias inovadoras”.

Conselho de Administração do CGEE conta com novo presidente

No encontro, foi analisado o Plano de Trabalho 2018-2022 do CGEE e aprovada a proposta da versão preliminar do 13º termo aditivo ao Contrato de Gestão do Centro com o MCTIC.

MCTIC lança consulta pública da Estratégia para Transformação Digital

A iniciativa foi elaborada pelo ministério, em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, que é, também, responsável pela execução da consulta eletrônica.

CGEE apresenta resultados de estudo inédito sobre o setor de energia elétrica

A iniciativa, realizada ao longo de dois anos, mapeou mais de 140 mil especialistas, envolveu 80 instituições de todo o Brasil e apontou 2,7 mil linhas de P&D para o setor.

CGEE participa das atividades da SBPC em Belo Horizonte

O CGEE apresentou os resultados da avaliação do Pibic e, também, lançou livro sobre percepção pública em CT&I na reunião anual da SBPC. A ferramenta Insight Net foi o destaque no stand do Centro.

CGEE debate com jovens cientistas a importância da iniciação científica

O presidente do Centro, Mariano Laplane, apresentou, durante a Expotec da SBPC, os resultados da avaliação que o Centro realizou sobre o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do CNPq.

CGEE debate resultados da avaliação do Pibic durante a Reunião Anual da SBPC

O Centro participará das atividades da Expotec, mostra de ciência, tecnologia e inovação que reúne centenas de expositores, como universidades e institutos de pesquisa de todo o país.

CGEE lança livro sobre a percepção dos brasileiros acerca do tema C&T

A publicação será apresentada no café literário da ExpoT&C, mostra de ciência, tecnologia e inovação realizada durante a programação da Reunião Anual da SBPC.

CGEE apresenta projetos em dois eventos internacionais

O assessor técnico Marcelo Poppe representou o Centro na Energy Week, na Bélgica, e no Rising Powers and Interdependent Futures, na Inglaterra.

CGEE publica artigo no periódico BNDES Setorial

O assessor técnico do Centro, Marcelo Poppe, assina artigo sobre o papel da Plataforma para o Biofuturo.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).