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CGEE apresenta resultados da avaliação do Pibic ao Conselho Deliberativo do CNPq

A coordenadora do estudo, Sofia Daher, apresentará os resultados do estudo “A formação de novos quadros para CT&I: avaliação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic)”.

“Brasil pode percorrer trajetória energética sustentável”, afirma presidente do CGEE

Mariano Laplane debateu, em seminário na UFCG, o documento Horizonte 2030 proposto pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

CGEE promove, na Paraíba, seminário internacional sobre desenvolvimento sustentável

A implantação de centros de desenvolvimento regional em universidades e ICT's será debatida no evento. A região de Campina Grande, por meio da UFCG, é um dos pilotos do projeto.

CGEE promove palestras para debater documento da Cepal

O secretário executivo da Cepal, Antonio Prado, vem ao Brasil para apresentar o documento "Horizonte 2030: a igualdade no centro do desenvolvimento sustentável”.

Diretor do MCTIC visita CGEE

O diretor de Gestão das Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais, Luiz Henrique da Silva Borda, conheceu as atividades do Centro.

CGEE e Enap elaboram currículo de novo curso em CT&I

A capacitação oferece base conceitual e prática para servidores públicos do setor.

Presidente do CGEE participa de cerimônia da ABC no Rio de Janeiro

Durante o evento, tomaram posse os novos membros da Academia Brasileira de Ciências

Presidente do CGEE participa de encontro acadêmico da USP

O evento pretende discutir interdisciplinaridade e inovação no ensino, pesquisa e extensão de universidades de excelência

Oficina debate participação das universidades e instituições de pesquisa no desenvolvimento regional

Evento reuniu representantes de universidades, institutos federais e instituições públicas de pesquisa que serão pilotos para a criação de Centros de Desenvolvimento Regional.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).