Notícias

Presidente do CGEE ministra palestra na CEE-Fiocruz

O tema da apresentação é inteligência tecnológica em CT&I: modelagem e automação de processos na era do BigData.

CGEE realiza edição do Journal Club

Artigo a ser apresentado avalia alguns resultados da iniciativa Orcid, organização que oferece um registro único para pesquisadores e autores da produção acadêmica.

CGEE lança estudo com proposta para reformulação do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária

O estudo “Arranjos para o futuro da inovação agropecuária no Brasil: nova abordagem para o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária” traz uma proposta de modelo de governança para o SNPA.

Academia Brasileira de Ciências anuncia Reunião Magna 2018

O tradicional evento anual da Academia acontece, neste ano, de 8 a 10 de maio, no Rio de Janeiro (RJ).

Centro Internacional Celso Furtado lança publicação sobre Amazônia

O diretor do CGEE, Antônio Galvão, contribuiu com a publicação como autor de uma homenagem a Bertha Becker e um artigo sobre teses e mitos sobre o desenvolvimento da Amazônia.

Abertas as inscrições para a maior competição internacional de comunicação científica

Organizado pelo British Council, o FameLab 2018 acontece em 32 países simultaneamente. O finalista brasileiro disputará o mundial na Inglaterra.

CGEE e CNPq realizam treinamento para avaliação de programas em CT&I

Representantes da agência de fomento estiveram no Centro para a primeira capacitação de projeto conjunto das duas instituições.

CGEE realiza oficina para implantação de Centro de Desenvolvimento Regional em Bagé

O encontro, organizado pelo CGEE, é uma das etapas do projeto demandado pela Secretaria de Educação Superior do MEC.

CGEE sedia encontro do PyData Brasil

Reunião, voltada para usuários e desenvolvedores de ferramentas de análise de dados, tem entrada gratuita.

CGEE realiza oficina de implantação do Centro de Desenvolvimento Regional do Sudoeste Paulista

O projeto, demandado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê a criação de Centros de Desenvolvimento Regional em várias cidades piloto do país.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).