Notícias

CGEE e CNPq realizam Workshop Futures Literacy

Programação integra projeto do CGEE e CNPq que pensa o futuro das agências de fomento à pesquisa e inovação.

Nova edição da Revista Parcerias Estratégicas é lançada na Câmara dos Deputados

A Revista Parcerias Estratégicas foi lançada durante seminário, na Câmara dos Deputados, que debateu o papel das instituições de ensino superior no desenvolvimento regional.

CGEE e Câmara dos Deputados firmam parceria

O termo foi assinado no âmbito do projeto do CGEE que prevê subsídios para a criação do Programa de Centros de Desenvolvimento Regional.

CGEE participa de evento sobre bioeconomia na Alemanha

O assessor técnico do Centro, Antônio Oliveira, é um dos palestrantes no Bioeconomy World Regions: Latin America & Caribbean.

Câmara discute criação de Centros de Desenvolvimento Regional nas universidades

CGEE é responsável por projeto que oferece subsídios para a instalação do programa de Centros de Desenvolvimento Regional, a ser implementado pelo MEC.

CGEE e Câmara dos Deputados assinam acordo de cooperação

O termo será firmado durante o Seminário Internacional Instituições de Ensino Superior e Desenvolvimento Regional: Parcerias, Iniciativas e Perspectivas.

Câmara lança livro sobre instituições de ensino superior e desenvolvimento regional

CGEE assina um dos artigos da publicação, que foi elaborada pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados.

CGEE participa do 20º Diálogos da Mobilização Empresarial pela Inovação

"Políticas e programas de inovações disruptivas para a indústria: a experiência internacional" foi o tema do encontro.

Câmara lança livro sobre instituições de ensino e desenvolvimento regional

CGEE assina artigo sobre “Participação das universidades e instituições assemelhadas no desenvolvimento regional sustentável: construindo uma agenda de política dirigida”.

Inscrições para o I Seminário de Avaliação de Políticas de CT&I estão abertas

Evento, organizado pelo CNPq e CGEE, reunirá pesquisadores e especialistas para dois dias de apresentações e debates.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).