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Do estágio para o mundo: estudante representa o Brasil em Fórum de Líderes Jovens global

Estagiária do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) foi uma das representantes do País em um evento sobre energias limpas, no Canadá.

Ministério da Economia debate papel das OS durante encontro realizado em Brasília

O evento reuniu gestores da administração pública federal e de diversas organizações sociais.

Diretoria do CGEE tem novo integrante

Luiz Arnaldo Pereira da Cunha Junior assumiu o cargo com a proposta de fortalecer a atuação do Centro na área de gestão.

CDR DF está mais próximo de ter a própria carteira de projetos

Oficina de refinamento de alvos delimitados em evento anterior ocorreu nesta terça-feira (15) e contou com 66 participantes de várias instituições.

Oficina retoma atividades do CDR DF nesta terça-feira (25)

O objetivo é o refinamento de alvos delimitados em evento anterior, mais um passo em direção à consolidação da carteira de projetos do Centro.

Pesquisa mostra o que os jovens brasileiros pensam sobre ciência, tecnologia e inovação

O CGEE, em parceria com o MCTIC, está realizando uma pesquisa com objetivo semelhante, sobre percepção pública da ciência e tecnologia no Brasil. Assessores do Centro estiveram no evento.

CDR DF: tudo pronto para a oficina de refinamento de alvos

Últimos detalhes foram acertados em reunião na sede da Abipiti, instituição responsável pela secretaria-executiva do Centro. Evento ocorre na próxima terça-feira (25).

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).