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CGEE realiza webinar de lançamento do primeiro Boletim Temático da Bioeconomia

A programação contou com a participação de instituições que realizam estudos sobre o tema no país.

CGEE realiza webinar para debater inovações no setor de recursos hídricos

O encontro teve como objetivos indicar e promover soluções de consumo para o setor.

Semas promove debate sobre “Bioeconomia e Cidades Sustentáveis”

O evento contou com participação do CGEE e é uma preparação para o Fórum Mundial de Bioeconomia, que ocorrerá em Belém no mês de outubro.

CGEE lança primeiro Boletim Temático da Bioeconomia

Produzido pela equipe do projeto Agenda Positiva da Mudança do Clima e do Desenvolvimento Sustentável, a publicação apresenta um panorama de produção científica em bioeconomia no Brasil e no mundo.

Com o apoio do CGEE, Fundação Dom Cabral lança série de livros sobre Economia Digital

O livro, que será lançado no final de junho pela Fundação Dom Cabral, reúne opiniões de acadêmicos, gestores públicos e executivos.

Inovação e Indústria 4.0 no setor de recursos hídricos é tema de webinar promovido pelo CGEE

No âmbito do Observatório de Inovação para Cidades Sustentáveis (Oics), o webinar acontece na quinta-feira (17), às 15h, e é aberto para todos os públicos.

Seminário Novos Futuros discute temas tecnológicos estratégicos

Primeira edição do evento promovido pelo INT e CGEE será sobre bioeconomia.

Projeto Energy Big Push é um dos temas do podcast Inova-e

A iniciativa visa compartilhar a experiência brasileira na construção de um banco de dados de inovação em energia no país.

CGEE lança 1º Boletim Anual do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação

Em um webinar que reuniu mais de 250 pessoas, a equipe do OCTI apresentou a publicação e reuniu personalidades da ciência brasileira em discussões sobre o tema.

“O setor cerâmico e as cidades sustentáveis” é tema de webinar promovido pelo CGEE

Em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos e Louças Sanitárias (Anfacer), o evento celebrou o Acordo de Cooperação Técnica entre as duas instituições.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).