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"A melhor maneira de antecipar o futuro é construí-lo", afirma presidente do CGEE em curso da Enap

Em palestra magna ministrada na abertura do curso de especialização da Enap, presidente do CGEE fala sobre estratégias de desenvolvimento em períodos de incerteza.

MCTIC começa a discutir plano de ação para o desenvolvimento da bioeconomia no Brasil

CGEE integra grupo de trabalho que vai apontar barreiras, oportunidades e definir estratégias. Bioeconomia é um dos 12 eixos da Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia.

CGEE sedia reunião para debater a bioeconomia no Brasil

A discussão visa a subsidiar a construção de um Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Bioeconomia.

CGEE propõe criação de centro tecnológico em celulose e papel

O projeto é parte da publicação mais recente do Centro, que sugere estratégias para o fomento ao desenvolvimento tecnológico da indústria do setor.

CGEE dá aula magna em curso de especialização da Enap

Na ocasião, o presidente do CGEE, Mariano Laplane, ministrará palestra magna sobre Planejamento e Estratégias de Desenvolvimento em períodos de incerteza.

CGEE participa de reunião para a criação de instituto de estudos avançados na UFABC

O encontro reunirá convidados para pensar os grandes temas que devem estar na agenda de pesquisa do instituto.

Workshop reúne especialistas para debater agricultura e alimento

O CGEE e o Fórum do Futuro realizaram seis painéis para falar sobre a temática e fomentar a criação de uma plataforma sobre o tema, que está sendo desenvolvida pelas instituições.

Secretário executivo do MCTIC visita CGEE

Elton Zacarias conheceu as atividades e produtos desenvolvidos pelo Centro que oferecem subsídios para a tomada de decisão em CT&I.

CGEE realiza workshop em parceria com o Fórum do Futuro

A iniciativa tem como objetivo aprofundar os conteúdos relacionados à Plataforma Agricultura e Alimento.

CGEE recebe pesquisador do Instituto do Cérebro

À convite do Centro, o cientista Rodrigo Neves falará sobre as atividades do Instituto do Cérebro, vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).