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Projeto Energy Big Push debate impactos da pandemia nos investimentos em inovação na área de energia

O encontro virtual contou com a participação de 32 representantes de 7 instituições do setor, que relataram as suas experiências na condução da crise.

Iclei Europa é novo parceiro do Observatório de Inovação para Cidades Sustentáveis

Iniciativas trabalham em conjunto no tema de Soluções Baseadas na Natureza. Observatório é desenvolvido pelo CGEE, por meio do projeto CITinova.

Equipe do CGEE se reúne virtualmente para o “Bate-papo da Casa”

O encontro ocorre periodicamente na sede do Centro para promover a confraternização dos colaboradores

Colaboradoras do CGEE são homenageadas no Dia das Mães

Em ação de responsabilidade social, as mães receberam os cumprimentos do Centro em suas casas.

Estudo identifica sete mil contribuições das ciências humanas e sociais na área da saúde e no combate ao coronavírus

Dados são de publicação sobre o tema que será lançada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com o CGEE.

Colaboradores do CGEE compartilham experiências da nova dinâmica de trabalho

Em home office, a equipe encontrou vantagens não apenas para o desenvolvimento dos projetos, mas também para aprendizados pessoais.

Acordo dissemina uso da Inteligência Artificial na área da saúde

O protocolo foi assinado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), Hospital das Forças Armadas (HFA), o Ministério da Defesa, o Instituto Laura Fressatto e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que é uma organização vinculada ao MCTIC.

Rede Brasil do Pacto Global realiza webinar sobre ODS no Setor Elétrico Brasileiro na sede do CGEE

No evento, denominado SEBLab, a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Centro apresentarão o projeto Energy Big Push.

Iclei e CGEE assinam parceria

Solenidade ocorreu nessa quarta-feira (11), em Brasília (DF). O documento contempla o Programa Urban By Nature e o Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis.

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CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Inteligência tecnológica

CGEE desenvolve novas ferramentas de inteligência tecnológica

Assumir o risco tecnológico associado a um novo projeto sempre foi visto como um grande problema, tanto pelo setor público, quanto pelo privado. Uma série de empecilhos pode fazer com que o desenvolvimento de uma promissora tecnologia não leve a um novo produto ou processo. Pensando nisso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) lançou uma série de ferramentas e métodos que auxiliam os tomadores de decisão ao avaliar o investimento em projetos tecnológicos.

O Centro está divulgando as vantagens do uso desses instrumentos junto a diversas instituições do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Eles foram apresentados, recentemente, para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e para pró-reitores de Pesquisa das universidades estaduais e federais paulistas.

A iniciativa faz parte da atividade de Observatórios de Tecnologias do Centro. De acordo com o assessor técnico do Centro, Thyrso Villela, as ferramentas desenvolvidas podem ser aplicadas em vários campos do conhecimento, facilitando o gerenciamento tecnológico. Uma delas é a de mapeamento de recursos humanos.

“Por exemplo, algumas tecnologias, dependendo do projeto, não estão disponíveis no País. Por isso, essa ferramenta ajuda a identificar profissionais no Brasil que possam contribuir para o esforço de dominar tecnologias críticas de interesse de setores estratégicos”, afirma.

Uma outra atua na análise de criticidade da tecnologia. Para chegar a um produto, é necessário entender exatamente quais são as tecnologias que estão envolvidas no projeto. Com o objetivo de facilitar esse processo, o Centro desenvolveu uma ferramenta que analisa o grau de criticidade dos elementos tecnológicos envolvidos. Eles podem ser considerados não crítico, baixo, médio e alto. Esses graus são utilizados para definir ações que propiciem o domínio tecnológico desses elementos em curto, médio e longo prazos.

“O que a gente fez foi sistematizar a forma de definir o quão crítico um determinando elemento é dentro de um projeto tecnológico. Ele pode ser não crítico, sem que você tenha que se preocupar com ele, ou pode ter um grau baixo, médio ou alto. Dependendo do tipo, você implementa ações de domínio tecnológico que vão desde angariar recursos humanos para desenvolver essa tecnologia até prover meios de teste para que ela seja efetivamente desenvolvida”, diz.

Segundo o assessor, esse processo pode ser aplicado em diversos setores tecnológicos. As ferramentas desenvolvidas podem ser utilizadas tanto pelo setor público, por meio das agências de fomento à inovação, quanto por empresas no campo da inteligência competitiva.

“Hoje em dia, a evolução tecnológica é muito rápida. Por isso, é necessário entender o que está acontecendo ao seu redor para conseguir se antecipar às novas tendências, adaptar o que está sendo feito ou investir em outras áreas que estão surgindo. O mais importante é ter informações obtidas de fontes confiáveis. Isso é feito por empresas e instituições no mundo inteiro”, destaca.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, destaca que, nas mãos de especialistas, essas ferramentas podem ajudar a priorizar iniciativas, antecipar problemas, gerir projetos e avaliar o impacto das ações. “Em um momento de escassez relativa de recursos, a contribuição potencial desse pacote é elevada”, afirma.

Além da Fapesp, o Centro já apresentou essas e outras ferramentas de inteligência tecnológica a instituições como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).