Institucional

CNPq e CGEE debatem cooperação para avaliação de programas de ciência e tecnologia

Reunião abordou o uso de evidências e indicadores para subsidiar políticas públicas e a avaliação de iniciativas estratégicas, incluindo os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs).

 

A diretoria do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) reuniu-se, hoje (14), com a diretoria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para debater ações conjuntas voltadas ao fortalecimento da avaliação de programas estratégicos de ciência, tecnologia e inovação no país. O encontro foi realizado na sede da agência de fomento, em Brasília (DF). 

Participaram da reunião, pelo CNPq, o presidente Olival Freire Junior; a diretora de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação (DCTI), Mônica Felts; a diretora de Análise de Resultados e Soluções Digitais (DASD), Débora Peres Menezes; o diretor de Administração (DADM), Laudir Schmitz; e a coordenadora do DCOI, Luciana Inacia Gomes. Pelo CGEE, além do diretor-presidente, Anderson Gomes, estiveram presentes o diretor Administrativo e Financeiro, Geraldo Nunes, e a líder de projetos e assessora da presidência, Kilma Gonçalves Cezar.

Na ocasião, foram debatidos os resultados recentes da avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), conduzida em parceria entre as instituições. O diretor-presidente do CGEE destacou que a iniciativa vem sendo muito bem recebida pela comunidade científica e pelos gestores da área.

“Esse trabalho demonstra a relevância de produzir evidências qualificadas para apoiar o aperfeiçoamento das políticas públicas de CT&I. Essa iniciativa tem sido amplamente reconhecida pela comunidade científica e pelos gestores da área”, afirmou. 

A reunião debateu, ainda, possibilidades para aprofundar a cooperação entre o CGEE e o CNPq com a avaliação de outros programas considerados estratégicos para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é consolidar evidências, resultados e análises de impacto que possam subsidiar o aprimoramento de políticas públicas para o setor.

“Nós conversamos sobre a avaliação de todos os programas importantes do Conselho e sobre juntar esforços entre o CNPq e o CGEE para trazer essas avaliações, os seus resultados e impactos, de forma a apoiar novas políticas públicas”, destacou Gomes.

Para o presidente do CNPq, Olival Freire Junior, a atuação do CGEE tem papel relevante no fortalecimento das políticas de ciência, tecnologia e inovação no país. “O Centro é uma instituição muito importante para a ciência brasileira, porque ajuda a pensar o papel da ciência, o seu desenvolvimento e o seu impacto na sociedade”, afirmou.

De acordo com ele, a parceria entre as instituições poderá resultar na construção de um programa estruturado de avaliação de iniciativas estratégicas conduzidas pelo CNPq. “O que nós queremos, agora com o CGEE, é exatamente isso: ter uma espécie de programa de avaliações de alguns dos nossos programas, de modo que possamos reunir dados que evidenciem aquilo que percebemos de maneira intuitiva”, disse.

Freire ressaltou, ainda, a importância de produzir evidências sobre os resultados das políticas públicas de apoio à ciência, tecnologia e inovação no Brasil. “A atividade sistemática do Estado brasileiro de apoio à ciência e tecnologia rendeu frutos para a sociedade brasileira e para a soberania nacional”, concluiu. 


 

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